Sábado, 2 de Agosto de 2003
Acabo de saber que uma amiga minha está no hospital, a recuperar (?) de uma tentativa de suicídio. A minha amiga terminou, há coisa de meses, um casamento de dois anos com um marroquino, instruído, poliglota e bom muçulmano. Mesmo depois de largar o moço, a minha amiga continuou a abraçar Maomé, em todas as vertentes do exercício, até próximo da incomunicabilidade. Nada de ilações, por favor.



publicado por ag às 21:51 | link do post

A propósito de Matosinhos, um semanário daqui estampou na capa, em letras tamanho «parem as máquinas», a seguinte manchete: «Quando Deus está distraído, Zás!, os homens ensandecem!» O assunto, quis-me parecer, era uma dissidência qualquer na direcção do corpo de bombeiros. Nelson Rodrigues, que os blogues referem à exaustão, condoía-se muito com o desaparecimento do título garrafal, exclamativo. Hoje, no cemitério de S. João Baptista, Rio de Janeiro, há-de haver um cadáver feliz.


publicado por ag às 21:50 | link do post

Ao tomar o primeiro café do dia, engasguei-me. Na colunazita do «Diz-se», o «Público» citou-me uma frase da crónica de ontem (muito obrigado, pessoal, é sempre estimulante vermos o nosso trabalho reconhecido e etc.). Infelizmente, a frase, solitária assim como estava, queria dizer o contrário do resto do texto. Não sei se foi acto deliberado ou mera distracção. Mas quando o dr. Rúben Carvalho escrever sobre «os reaccionários que acreditam que a globalização é uma enorme conquista da humanidade», gostaria de ver os senhores do «Diz-se» retirarem «os reaccionários que acreditam que».



publicado por ag às 21:34 | link do post

Para quem leu a frase e não o artigo, esclareço. Não acho que Portugal tenha chegado ao fundo do poço (e continuado para além dele). Pelo menos, não por causa da detenção do dr. Pedroso. Pior é o caso do sr. Brito, artilheiro do Leixões Sport Clube, que cumpre pena em Custóias por conduzir sem carta ou uma insignificância semelhante. Não ligo à bola mas, como inúmeros matosinhenses, espanta-me que o assunto não mereça súplicas ao Procurador Geral, arroubos de deputados e crónicas inflamadas na imprensa. O sr. Brito faz mais falta ao Leixões que o dr. Pedroso ao país. E o Leixões, perguntem aos devotos, não é uma nação é um mundo.



publicado por ag às 21:34 | link do post

O Homem a Dias não pretende ser um espaço de debate, reflexão ou procura ideológica. Logo, não será aqui descoberta a bissectriz entre a social-democracia e o liberalismo. Também se promete não incluir, a propósito da questão iraquiana, excertos de 6800 caracteres dos melhores editorialistas húngaros, nem citar na íntegra os sete capítulos do De-Moralization of Society à mais vaga menção do telemóvel do dr. Ferro. No máximo, o Homem a Dias é um espaço sobre a vidinha do Alberto Gonçalves, assunto que me vai interessando e que me sinto habilitado a abordar com suma propriedade. Donde o blogue.


publicado por ag às 21:32 | link do post

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